março 20, 2014
REDUZA O CONSUMO DE ÁGUA EM ATÉ 70%
A redução do consumo de água tem sido assunto pautado em todo o mundo. Melhores práticas, tecnologias e produtos têm sido discutidos.
Um acessório como arejador de torneira, fácil de instalar e que todos podem ter, é capaz de reduzir o consumo de água em até 70%. O arejador tem a função de misturar ar à água, possibilitando assim a sensação de maior volume. A diferença é visível. Uma torneira aberta por 10 segundos dispensa de 1 a 2 litros de água. Já com o arejador tipo spray, no mesmo tempo, são utilizados somente 300 ml, com a mesma eficiência e o mesmo conforto para lavagem das mãos. Algumas turmas estão trocando os arejadores das torneiras das pias do Colégio Agnus e observando a diferença da vazão da água do antes e depois. E você, já pensou em reduzir o seu consumo de água em 70%?
Um acessório como arejador de torneira, fácil de instalar e que todos podem ter, é capaz de reduzir o consumo de água em até 70%. O arejador tem a função de misturar ar à água, possibilitando assim a sensação de maior volume. A diferença é visível. Uma torneira aberta por 10 segundos dispensa de 1 a 2 litros de água. Já com o arejador tipo spray, no mesmo tempo, são utilizados somente 300 ml, com a mesma eficiência e o mesmo conforto para lavagem das mãos. Algumas turmas estão trocando os arejadores das torneiras das pias do Colégio Agnus e observando a diferença da vazão da água do antes e depois. E você, já pensou em reduzir o seu consumo de água em 70%?
janeiro 29, 2014
1ª SEMANA DE AULA_AGNUS ELLERY 2014
Clipe com fotos e vídeos da 1ª semana da aula do Colégio Agnus Ellery.
dezembro 16, 2013
SALA DE LEITURA 360º
Ferramenta do site do Colégio Agnus permite uma visualização dos diversos ambientes da nossa escola. Começamos com a sala de leitura.
QUERO AGRADECER...
Muito obrigada,
Quero prestar meus agradecimentos à toda família Agnus.
Meu filho, o Pedro Henrique, está no Agnus há seis anos.
Veio praticamente para socialização. Porém, o Pedro encontrou no Agnus o seu
lugar. Aqui ele cresceu, desenvolveu e hoje está concluindo o 9º ano. Agradeço
demais aos diretores, coordenadores, professores e cada profissional que
participou do crescimento do meu filho.
Agradeço em especial ao Zidane que escolheu ser amigo do meu
filho. Zidane, muito obrigada e que Deus te dê em saúde e sucesso tudo que você
fez pelo Pedro.
Agradeço aos pais, aos amigos e a toda a família Agnus pela
solidariedade a mim e ao Pedro quando precisamos. Muito abrigada!
Um dos diferenciais do Agnus é que ele prepara nossos filhos
não só para serem campeões, mas principalmente, para serem cidadãos.
Um obrigado muito especial ao Sr. Fernando, pela dedicação,
pela paciência e pela simpatia. Tenho um carinho muito especial por você. Muito,
muito obrigada!
E finalizando: fazer parte da Família Agnus é Bom D+!
Márcia, mãe do Pedro.
setembro 24, 2013
setembro 05, 2013
GALERIA AGNUS - RENOIR
Estas reproduções de algumas das principais obras de Auguste Renoir estão expostas na Galeria Agnus (corredor térreo do bloco do Fundamental II)
Pintor francês: Auguste Renoir
(25/2/1841, Limoges, França - 3/12/1919, Cagnes, França)
"A dor passa, mas a beleza permanece", disse Renoir, um dos maiores pintores impressionistas, mestre em fixar em suas telas a luz, o brilho e a beleza das coisas.
Pierre-Auguste Renoir nasceu em família modesta – o pai era alfaiate. Em 1845, a família mudou-se para Paris, mas retornaria para Limoges três anos depois.
Em 1855, Renoir, com o intuito de adquirir um ofício, foi aprender decoração de porcelana e trabalhar no próprio ateliê onde estudava. Três anos depois, começou a pintar estampas em tecidos.
Em 1862, mudou-se para Paris e foi admitido na École des Beaux-Arts. Passou a visitar regularmente o Museu do Louvre e começou a estagiar no ateliê do pintor suíço Charles Gleyre.
Em 1866, inscreveu seu quadro "A Hospedaria da Mãe Anthony" no Salão Oficial das Artes, mas foi rejeitado. Dois anos depois, o salão aceitou a tela "Lise". Mesmo assim, o impressionismo – o novo estilo que Renoir adotara – ainda não era uma forma de arte aceita pela crítica. Por isso, Renoir e seus companheiros planejaram organizar uma exposição de arte impressionista.
Mas, em 1870, com a invasão prussiana da França, Renoir foi convocado, participando da guerra como soldado.
Em 1874, Renoir e outros artistas (como Manet, Degas e Pissarro) enfim organizaram a exposição dos impressionistas.
Ela se realizou no estúdio do famoso fotógrafo Nadar. Embora rejeitada pelos críticos, a exposição se repetiria em 1876, 1877 e 1879. Em 1882, viajou para a Itália para estudar.
Durante esses anos, Renoir foi ficando famoso. Em 1890, casou com sua modelo Aline Charigot (eles teriam três filhos, Pierre, Jean e Claude). No ano seguinte, pintou "Rosa e Azul", o célebre "quadro das duas meninas" que hoje está no Museu de Arte de São Paulo (Masp).
Em 1892, obteve reconhecimento oficial para a pintura impressionista: um quadro seu foi adquirido pelo governo francês.
Num acidente de bicicleta, em 1897, quebrou o braço. Dois anos depois, foi acometido de reumatismo, passando a ter problemas de mobilidade.
Em 1904, quando já era admirado em toda a Europa, organizou-se uma grande retrospectiva de sua obra. No ano seguinte, Renoir mudou-se para Cagnes, em busca de clima mais saudável.
Oito anos depois, as dificuldades de saúde o obrigaram a pintar sentado e amarrar os pincéis aos dedos.
Com a eclosão da Primeira Guerra Mundial (1914), teve dois de seus três filhos convocados (eles seriam feridos). Durante a guerra, também perdeu a esposa, Aline.
Em 1919, Renoir finalmente viu suas obras serem aceitas no Louvre. Em dezembro daquele ano, morreu em sua casa de Cagnes, aos 78 anos.
(25/2/1841, Limoges, França - 3/12/1919, Cagnes, França)
"A dor passa, mas a beleza permanece", disse Renoir, um dos maiores pintores impressionistas, mestre em fixar em suas telas a luz, o brilho e a beleza das coisas.
Pierre-Auguste Renoir nasceu em família modesta – o pai era alfaiate. Em 1845, a família mudou-se para Paris, mas retornaria para Limoges três anos depois.
Em 1855, Renoir, com o intuito de adquirir um ofício, foi aprender decoração de porcelana e trabalhar no próprio ateliê onde estudava. Três anos depois, começou a pintar estampas em tecidos.
Em 1862, mudou-se para Paris e foi admitido na École des Beaux-Arts. Passou a visitar regularmente o Museu do Louvre e começou a estagiar no ateliê do pintor suíço Charles Gleyre.
Em 1866, inscreveu seu quadro "A Hospedaria da Mãe Anthony" no Salão Oficial das Artes, mas foi rejeitado. Dois anos depois, o salão aceitou a tela "Lise". Mesmo assim, o impressionismo – o novo estilo que Renoir adotara – ainda não era uma forma de arte aceita pela crítica. Por isso, Renoir e seus companheiros planejaram organizar uma exposição de arte impressionista.
Mas, em 1870, com a invasão prussiana da França, Renoir foi convocado, participando da guerra como soldado.
Em 1874, Renoir e outros artistas (como Manet, Degas e Pissarro) enfim organizaram a exposição dos impressionistas.
Ela se realizou no estúdio do famoso fotógrafo Nadar. Embora rejeitada pelos críticos, a exposição se repetiria em 1876, 1877 e 1879. Em 1882, viajou para a Itália para estudar.
Durante esses anos, Renoir foi ficando famoso. Em 1890, casou com sua modelo Aline Charigot (eles teriam três filhos, Pierre, Jean e Claude). No ano seguinte, pintou "Rosa e Azul", o célebre "quadro das duas meninas" que hoje está no Museu de Arte de São Paulo (Masp).
Em 1892, obteve reconhecimento oficial para a pintura impressionista: um quadro seu foi adquirido pelo governo francês.
Num acidente de bicicleta, em 1897, quebrou o braço. Dois anos depois, foi acometido de reumatismo, passando a ter problemas de mobilidade.
Em 1904, quando já era admirado em toda a Europa, organizou-se uma grande retrospectiva de sua obra. No ano seguinte, Renoir mudou-se para Cagnes, em busca de clima mais saudável.
Oito anos depois, as dificuldades de saúde o obrigaram a pintar sentado e amarrar os pincéis aos dedos.
Com a eclosão da Primeira Guerra Mundial (1914), teve dois de seus três filhos convocados (eles seriam feridos). Durante a guerra, também perdeu a esposa, Aline.
Em 1919, Renoir finalmente viu suas obras serem aceitas no Louvre. Em dezembro daquele ano, morreu em sua casa de Cagnes, aos 78 anos.
junho 10, 2013
junho 03, 2013
CONFEDERAÇÕES INTERCLASSES - APRESENTAÇÃO DAS CAMISAS
Apresentação das Camisas - Confederações Interclassses.
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